sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

(David descendo a escada - Sabine Jelinek)

Quem nunca teve uma professora de piano, inglês, francês, ou, de artes, diferente? Digo, visualmente, aparentemente diferente?

Quem nunca viu pulseiras de plástico, brincos de plástico, sapatos de plástico, cabelos de plástico (perucas), vestidos de jersey, naylon, lycra ou crepe vestindo as mais assanhadas, estampadas e insidiosas, geralmente artistas, amigas ou conhecidas de sua mãe, pai, avô, frequentando o almoço e sentada na mesma mesa de sua família?

Lembro vividamente da tia Conceição, da tia Jurema e de dona Magda Tgliaferro, esta última no rádio.

Pobre de quem repete, feito papagaio, a palavra “democracia” e desconhece a palavra “idiossincrasia”. Sinal próspero da economia dos “ex-pobres de tudo”, pagantes de continhas baratas: de uma gente cada vez mais antipática, que provavelmente não pouco enxerga a si, e, reclamadora e escandalosa quando vêem seus espelhos cafonas e distorcidos. Detestável seria ter uma mãe dessas. Pernósticamente, eu diria: “shame on you, mother...”

Adorei ver o Laerte, o cartunista, de mulher, vestido de mulher, olhando feito mulher e “agindo” igual mulher (como a professora de piano), coerente à sua personagem, num restaurante em São Fancisco Xavier, pelas bandas da Serra da Mantiqueira...

Nunca imaginei um homem vestido de mulher e usar o “toillete feminino” ser assunto relevante pelas bandas dos bairros da capital de São Paulo. Nem na periferia se discute isso mais, mamãe!

sábado, 16 de julho de 2011

Na VERBO...

Coragem de se sentar numa cadeira e escutar uma música de Maysa, revolvendo a existência, a ausência, o luto e, entre outras coisas, talvez, o desamor. No limite entre uma tragédia romântica quase operírstica e um show (burlesco) de cabaré. Fez assim o artista Marco Paulo Rolla, vestindo terno, camisa, gravata e máscara pretas em sua performance “Uma Canção na Vitrola”, no último dia da mosta anual de performance arte, a VERBO, na galeria Vermelho, SP, semana passada.

O artista aparentemente sob absoluto comando de sua ação, a personagem, de outro modo, parecia não conseguir controlar a sua impotência diante da solidão. Para disfarçar a dor, cobriu a cara, tapou as vistas e distorcia o som dramático de Maysa com os dedos, mudando o tempo natural do vinil. Como rindo de si mesmo, desorientado, numa sofrida tentativa (inócua) de se provar alguém superior. Fingindo-se feliz com a sua epifania.

Voltas e mais voltas histriônicas pela mesma canção, o corpo sentado, pendendo o tronco de um lado para o outro, como se num lá lá lá quase lisérgico, de baixíssima rotação, impressionante é como neste arremedo de sons e movimentos esta performance parecia conseguir hipnotizar o pensamento ao encontro de espelhos próprios dos espectadores, íntimos, ora engraçados e ao mesmo tempo, inversamente, não muito agradáveis. Como uma caricatura que revela o quão humano, e às vezes ridículos de fato somos.

A VERBO este ano esteve mais enxuta, em quatro noites. Um blackout no dia da abertura provocou uma ligeira desorganização (tirando muito da potência do trabalho de Lot Meijers, The Dinner) e parece ter espantado o público para os outros dias.

Na segunda noite, o falatório sem fim da longa performance dos portugueses Andresa Soares e Ricardo Jacinto, In a Rear Room - um tributo, deu um sono danado, mas parecia ser essa uma das intenções.

Na quinta-feira, 14/07, Rose Akras e Rob Visser suaram e arrasaram na plasticidade com a construção de uma espécie de teia de aranha com rolos imensos de fio de naylon (Movement with a Rest Product: Space), na sala central térrea da galeria. No mesmo dia, Eva Schippers pôs quatro artistas para correr numa esteira encarando a parede.

Quem consegui ver a performance para uma pessoa, de Eva Winger- Bearskin, com hora marcada previamente, saiu feliz. E ainda pelo último dia, a performance de Nir De Volff, What a Mess, uma espécie de monólogo tragi-cômico em inglês, foi bem chata, para não dizer constrangedora.

Talvez este ano a VERBO tenha sido menos interessante que a do ano passado. Mas o bom mesmo, quem sabe por ter menos artistas e menos gente, foi que nesses quatro dias na Vermelho o campo parecia estar mais aberto para ver, sentir, pensar, conversar, mudar e trocar de opiniões, idéias e afetos. Livremente, sem "carão", como sempre deve ser.

Ah! A caipirinha de limão galego do bar montado no pátio de entrada (R$ 8) era maravilhosa!

(foto de Julio Callado retirada do site "Festival Performance Arte Brasil".)

sexta-feira, 20 de maio de 2011

SP Arte 2011 (a feira das vaidades)




Lá fora, enquanto fumava um cigarro, quinta-feira, umas quatro e meia da tarde, me fixo disfarçadamente em três jovens e belas peruinhas com seus convites na mão, entrando cada uma protegida pelo seu respectivo guarda-costas no pavilhão da Bienal.

O clima, de fato, é meio fashion, de esnobação. Um hype de “celebridades” do colecionismo. Ano que vem, na porta, certeza, não faltarão os fotógrafos plantonistas das mais confiáveis colunas sociais, assim como os da imprensa marrom.

O que será que colecionadores de arte, especialmente os jovens, entendem sobre arte? Talvez entendam mais de nomes, especialmente aqueles marcados na alta cotação do gosto (da maioria) e do mercado. Sim, falo de Vik Muniz, Os gêmeos, Adriana Varejão e por aí vai...

Mas logo de cara quando entro, depois de pagar R$ 30, vejo um Julio le Parc maravilhoso (outro nome importante), colorido, uma espécie de tábua de tiro ao alvo na parede externa do estande, talvez lounge, acho eu, da galeria Nara Roesler. Lá dentro, um trabalho de Lucia Koch não menos colorido e chamativo ao lado de um vídeo de Cao Guimarães. Depois, um belo tríptico de Antonio Dias. O negócio é pôr na vitrine para vender!

Tudo bem, estamos numa feira de arte: a SP Arte 2011. Bom para os galeristas e para os artistas, certamente. Para a arte, talvez não. E como não tenho lido muito os jornais, não sei de números, de nada, e nem no que deu. Sei o que vi: apesar de ter tudo para todos os gostos e bolsos, os gostos e bolsos, porém, parecem viciados. Inevitavelmente, a arte também.

A gente sente no ar a fórmula que faz tudo dar certo. O apelo dos trabalhos feitos para agradar, os nomes bacanas dos artistas (os que já são ou estão ficando cada vez mais famosos), somado ao know how comerciário dos galeristas e mais uma pitada de espetáculo e boom! A máquina gira, mas tudo continua na mesma.

Bandeirinhas do Volpi a dar com pau, que faz a gente enjoar e duvidar... Krajcberg aos montes (e o seu estande exclusivo caído, coitado); Soto a rodo; Mira Schendel para todos os lados; Lygia Clark; Helio Oiticica (os metaesquemas); Luiz Sacilotto (legal: pois, na verdade, artista que a gente pouco ouve falar ou vê); Sérgio Camargo; Amilcar de Castro (imaginem?); assim como Franz Weissmann; mais Le Parc; Ernesto Neto; belos e batidos Geraldos de Barros; Iole de Freitas; León Ferrari; etc, etc, etc. Ah! E ninguém é mais de ninguém: todos expostos em quase todos os lugares (leiam-se galerias).

Quem surpreendeu com diversos trabalhos completamente diferentes uns dos outros foi Carlito Carvalhosa. Bom de tê-los visto. Ascânio MMM (artista português, formado em arquitetura, pouco conhecido), apesar de ter o seu estilo bem familiar, também foi ótimo de ver, assim como os módulos de vidros sobrepostos de Iran do Espírito Santo e as esculturas de penas vermelhas de Lygia Pape.

O que mais? Tanta coisa, tanta coisa, tanta... As fotografias, confesso, tive imensa preguiça. Deixarei para a SP Arte/Foto logo mais. No entanto, não pude deixar de me atrair quase que instantaneamente por um exemplar da série de teatros de Hiroshi Sugimoto, numa galeria norte-americana que também expunha enormes retratos de Jack Nicholson e Angelina Jolie. Ah, vá!

SP Arte 2011 (não acaba)



Alguns belos trabalhos novos de Monica Piloni, que à primeira vista parecem feitos de papel marche, mas não sei se realmente o são, faz a gente lembrar dos Fuscas derretidos de Sérgio Romagnolo, assim como nas aflitivas esculturas de mármore com espécies de roldanas de fixar ossos em convalescência de pós-operatório (as quais eu compraria todas), de Eduardo Climachauska, há um olho de Sérgio Camargo.

Rodrigo Andrade, Rodrigo Matheus, Raul Mourão, Nino Cais, Cícero Dias, Iberê, Pancetti, Tunga, Paulo Bruscky (apropriadamente e inteligentemente exposto no estande, de novo, de Nara Roesler), Alex Flemming, entre muitos outros, marcaram seus espaços na feira.

Claro que muita “coisa” que lá estava presente ou ausente eu não vi. Não vi Djanira, Jac Leirner, Monica Nador e nem Carmela Gross. Beatriz Milhazes sim! Tarsila do Amaral, acho que sim!

Não sou contra a feira, muito menos contra o bom sucesso de mercado (de vendas) dos artistas. Mas que a verdade seja dita: a SP Arte coisifica e joga a arte (todo mundo) num panelão de uma maneira um tanto quanto cruel. E tenho absoluta certeza de que se alguém chegasse ali, no pé do ouvido de algum marchand de escritório de arte pedindo um Romero Brito, este surgiria como num passe de mágica (se já não estava exposto e eu também não o vi). Há quem vá falar em preconceito, democracia ou sei lá o quê. Tá, tá bom.

A questão aqui é que existe, sim, um código cada vez menos secreto na produção artística contemporânea que atrofia o pensamento para a subserviência de um gosto do senso comum do mercado, cada vez mais acomodado e tendencioso. E assim as coisas vão. O que importa na vida, afinal, é ter dinheiro no bolso (para comprar), não é?

Conversando com um artista novo e talentoso, soube que ele precisou insistir bastante para o seu galerista tirar alguns de seus trabalhos do fundo do acervo (estoque) e colocá-lo decentemente às vistas dos passantes da feira.

Por outro lado, a própria feira está tão ciente de que as linguagens e os suportes (e até mesmo a criatividade) estão tão engessados, que num espasmo de urgência montou um segundo andar inteirinho do pavilhão com instalações (outra nomenclatura que já, já, já era...) de artistas quase novos e outros consagrados, onde pouquíssima gente circulava. Do mesmo modo, os debates com os artistas (que eu não fui em nenhum, mas que ouvi sobre depois) parecem terem sido bem profícuos.

De repente, especialmente para quem nem em sonho estava ali para comprar, estas eram a melhores partes da feira. Pelas instalações, onde bem circulei, tudo parecia ser incrível. De Regina Silveira à Alice Miceli, passando por Carla Gagliardi, Ana Holk, Rubens Mano, Marcelo Cidade, Raquel Kogan, Marepe, Renata Padovan, Paulo Vivacqua , Luiz Zerbini e outros mais... (filminho abaixo).

O meu medo é que hoje, artistas jovens e extra-ordinários, gente inteligente de uma criatividade inesgotável que “foge” radicalmente do sistemão meio pilantra e saturado de se fazer, de se entender e enxergar a arte: eles subvertem os modos, os suportes, a circulação e a propria ideia fixa de suportes e circulação; especialmente a turma do vídeo e da performance (e por que não outras turmas - da pintura e da arquitetura - se é que ainda há turmas), ao que parece, daqui a alguns anos, sugados pela demanda do mercado, fatalmente também se entregarão ao ofício de fabricar e vender bom-bons.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

ANTONI




Meias palavras não bastam para Muntadas. O ambiente quase alucinógeno. Duzentas, trezentas, quinhentas e cinquenta mil informações ao abrir a porta do elevador no quarto andar da Estação Pinacoteca.

Feito isso, uma vídeo arte sobre a tv feita para se ver em casa na tv. Uma espécie de delação dos insídios da televisão sob a lente do vídeo, ou melhor, da vídeo arte.

Parado aí, depois de um tempinho observando as duas grandes telas que projetam Video is television (1989) reconheço um flash de Debbie Harry em sua atuação no não menos propício filme para esta ocasião: Videodrome ( David Cronenberg - 1983).

Produção sobre o poder do vídeo-tape e os efeitos que este traria para o mercado áudio-visual norte-americano; filme que se utiliza da "low tecnology" para hilários e regozijantes efeitos especiais (mas não supera Naked Lunch, do mesmo diretor - 1991), e que certa vez, não sei por quê, anotei umas palavras de Cronenberg numa passagem:

"A batalha pela mente na América do Norte será travada na arena dos vídeos, o videodrome. A tela da tv é a retina dos olhos da mente. Portanto, a tela da tv é parte da estrutura física do cérebro. Portanto, tudo que aparece na tela da tv surge como pura experiência para aqueles que a assistem. Portanto, televisão é a realidade e a realidade é menos do que a televisão."

MUNTADAS




Na sala ao lado, fotografias, vídeos e cartas compõem um sistema de arte postal. Assim, Muntadas enviou pelo correio 50 imagens de fotógrafos, que se lançaram profissionalmente através da revista Life, para 50 destinatários (5 fotos para cada um) legendarem tais imagens como bem quisessem.

Das fotos, distribuídas em mesas de vidro, brotam fabulosas histórias de guerra, de moda, de política e de amor. Dessa colaboração, vale citar as legendas das fotografias de Barney Petersen; Nina Leen; Gordon Tenney; Ralph Crane e Jhon Dominis. Ao mesmo instante, duas grandes telas passam imagens da tv americana das décadas de 70 e 80, que podem ser ouvidas através de fones acoplados nestas mesmas mesas. Uma ligeira confusão.

Noutro momento, o trabalho Satdium XIV escancara a força de um mundo midiático e acéfalo. Aqui, Muntadas acopla, mistura, reverte e subverte frases, palavras e significados com imagens de shows grandiosos (incluindo a Xuxa), jogos em estádio de futebol, discursos políticos, entre outras coisas, projetadas em quatro grandes telões. Panis et circences onde sons também se mesclam, como uma fala de Madonna naquela vozinha de gata no cio para o seu público do estádio, provavelmente de alguma turnê dos anos 90, alternado-se com um fervoroso discurso de Hitler em alemão.

O clima fica tenso por conta de um filme documentário sobre o medo; o atavismo; a imigração. Tratando-se sempre dos Estados Unidos da América (EUA). Opiniões de todos os nipes, vale o verbo de um senhor mexicano que diz mais ou menos assim: "a gente atravessa diversas vezes de Tijuana para San Diego. Mas aqui [no México], temos duas escolas de valores, o que é certo fazer e o que se deseja fazer. E, sim... temos uma tendência para a libertinagem."

Mas, insidioso mesmo é o trabalho inspirado no filme Alphaville, de Godard. Uma chacoalhada na sujeira debaixo do tapete, um ataque direto a este condomínio fechado da capital. Um mapa fotográfico de Barueri estendido no chão; o filminho francês passando numa edição especial; "mil" banners e cartazes (produzidos e montados com perfeição) com frases horrorosas na tenteativa de convencer:

Sua proteção é a nossa profissão; O sonho, o tempo, o sucesso. Sofisticado; exótico; diferenciado. Vigilância; eficácia. E outras denominações propagandísticas para prováveis lançamentos de condomínios na região: La frontiere; Villa Luxis; Dreams Vila Romana.

E Quem aguenta? Façamos il portoghese então. Sem mais.


Muntadas: Informação>>Espaço>>Controle

Estação Pinacoteca

Largo General Osório, 66

Sábado (estrada gratuita) e domingo (R$ 6): das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)

Até 8 de maio.

foto de Barney Petersen e cena de Videodrome

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Seguirei sempre cantando...

Prometi nunca fazer deste suporte um diário pessoal. Entretanto, hoje, me vejo obrigado a quebrar essa promessa. Um pouquinho só.

Há mais de um mês, numa peleja horrorosa com o monitor do meu computador, quando terminava um texto sobre a exposição de Thomaz Farkas no Instituto Moreira Salles, aqui em São Paulo, e tudo se interrompia. Ora tela rosa, ora tela azul. Até nada voltar e tela ficar preta de vez.

Mesmo com o dinheiro contadíssimo (contas a pagar, livros, análise, etc.), solicitei urgentemente a presença do técnico que trocara a placa de vídeo havia menos de três meses. Nada... Cano atrás de cano desse miserável, tratante, charlatão. Um tal de Rodrigo Freitas.

Depois, em guerra com a operadora Claro (que é roubo) me cobrando o que eu não devia nunca pagar. Não paguei e estou sem celular, ou melhor, sem poder ligar há mais de um mês também, mesmo pagando o tal plano.

Nesse meio tempo, uma citação judicial obrigou-me a contratar uma advogada (uma antiga amiga do colegial quem eu não via há quase 20 anos) e desembolsar mais do dinheiro que já está curtíssimo. Mesmo assim, reconectar-me a ela, a essa amiga, foi e está sendo ótimo! Poderosa a mulher.

Viver não é fácil. Contudo, sempre aparecem as pessoas legais (sempre mulheres) para ajudar: Vih, que está tentando resolver o problema do meu pc quase que na amizade (por um preço bom), sem nem mesmo ser minha amiga; Clau, minha recente flatmate, que gentilmente deixa o seu notebook à minha disposição quando sai para trabalhar (e quando volta também) e já aturou umas duas ou três das minhas pesadas bebedeiras; Adriana, minha faxineira; Marie Claire, me ajudando com outras questões; e por aí vai...

Para piorar, um desamor. Mas para melhorar, um tema promissor de pesquisa para escrever uma monografia (mesmo como ouvinte) na disciplina de História da Arte no Brasil, ministrada por Tadeu Chiarelli na ECA.

Nesses últimos dias, fico com a trágica e hilária cena da novela Insensato Coração: a coroa Carmen (Nívea Maria) infartando e morrendo no meio da rua quando descobre que o seu macho gostosão, Fred/Léo, só queria mesmo o seu dinheiro.

O desfecho se dá com uma chuva de notas de R$100 e tudo o mais. Um habilidoso ladrão que despertou a minha maldade e fez-me perguntar: por que ela não infartou quando o jovem rapaz fazia acelerar o seu maduro coração naquela hora g?

Bobagens infindáveis, certamente uma bela homenagem dos autores a Giulietta Masina em Noites de Cabíria, especialmente vindo do cinéfilo Gilberto Braga.

Ainda escrevo de uma abafada e animada lan house no baixo Augusta (que perigo!). Em seguida, o texto sobre Thomaz Farkas.

Sigamos com sorte.

Sinceramente seu,

Marcelo.